quarta-feira, 23 de setembro de 2015

NOCAUTE



Direção de Antoine Fuqua, o filme Nocaute (EUA) é um drama intenso  ligado ao esporte, no caso um lutador de box. Alternando drama com lutas de box, um filme frenético onde mostra a violência desse esporte, e ao mesmo tempo fala de poder, valores morais e da família, amor, perdas, frustrações, humildade e superação.
Com boa direção e roteiro interessante, apesar de clichês já esperado nesse estilo de filme; fotografia frenética, câmera trêmula nos personagens, as lutas parecem reais e a plateia vibra junto com os personagens. E a trilha sonora é muito significativa, acompanha e ajuda a reforçar os momentos dramáticos e das lutas, que parecem reais.
Billy Hope “the Great” ( Jake Gyllenhael) é um astro do box com suas 43 lutas invictas e tem na família o seu suporte emocional. No auge da fama, a tragédia destrói a vida de Billy, com a perda da sua esposa Maureen Hope (Rachel MacAdams) e a guarda da filha Leila (Oona Laurence). No ostracismo, sem o poder do dinheiro e suporte familiar, Billy terá que lutar pela sua redenção para reconquistar sua filha e voltar ao box. Contará para isso com a ajuda do técnico aposentado Titus Willis (Forest Whitaker), que o ensinará a lidar com regras e a comandar seu corpo e seu cérebro.
O elenco está excelente, uma química incrível, entrega total aos papeis em especial o ator Jake Gyllenhael como o lutador Billy Hope, um homem rude e inseguro, mas meigo sem exageros nos momentos dramáticos.  Uma pessoa com infância difícil, que veio de um orfanato e só aprendeu na vida a lutar, sua mulher  é que gerenciava toda sua vida , era o seu baluarte.
Apesar de ser o tipo de filme já conhecido do público, consegue superar a maioria pela condução  do drama  que aguça a curiosidade da plateia e a excelente atuação dos atores.




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