O filme Grace de Mônaco (França/EUA/Bélgica)
é um drama baseado em fatos reais e
ambientado na década de 1960, quando
Grace Kelly já tinha 5 anos de casada com o Príncipe Rainier III de
Mônaco.
Nesta época o casamento de Grace Kelly (Nicole Kidman)
estava em crise; ela insatisfeita com a vida vazia e fútil que levava e o
Príncipe Rainier III (Tim Roth) vivenciando um confronto político com a França, pois
Charles de Gaulle queria que Mônaco
pagasse impostos para a França, senão invadiria este principado.
Quando Grace Kelly
recebe a visita de Alfred Hitchcock convidando-a para ser a protagonista de
seu próximo filme, ela fica tentada a aceitar o convite.
Com um figurino impecável e deslumbrante, ótima atuação de Nicole Kidman, bonita fotografia onde mostra a opulência dos palácios e a linda cidade de Mônaco com seu formato ímpar, suas serras e mar de um azul privilegiado.
O longa mostra a lindíssima e popular atriz de Hollywood Grace Kelly como mártir e heroína ao mesmo tempo, com diálogos superficiais, sem se aprofundar nas questões nem no relacionamento do casal, soando meio artificial.
O longa mostra a lindíssima e popular atriz de Hollywood Grace Kelly como mártir e heroína ao mesmo tempo, com diálogos superficiais, sem se aprofundar nas questões nem no relacionamento do casal, soando meio artificial.
É meio estranho a Grace Kelly insegura
e vulnerável no seu casamento, de repente decidir encarar o seu papel de princesa, esposa e mãe de dois filhos, ajudando o esposo no impasse entre a França e Mônaco. E o Padre Frank Langella (Francis Tucker), confidente e grande amigo de Grace Kelly, muito a ajudou neste processo.
O tipo de filme que a plateia
espera mais e em parte se decepciona, muito aguardado no Festival
de Cannes 2014, sendo bastante
criticado. Apesar de meio novelesco, vale a pena assistir e conhecer essa figura charmosa e enigmática desta linda mulher que decidiu viver um conto de fadas, se é que ele existe.
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